Sobre

Rosa de Babel

Onde muitos mundos encontram uma forma.

Mulher de máscara clara com rosas pintadas lendo um livro vinho com uma rosa vermelha na mão, entre páginas e pétalas flutuando, diante de uma torre feita de livros num céu dourado de fim de tarde.

Você vai me conhecer pelas histórias.

01 · Origem

Das ideias soltas nasceu um jardim.

Sempre fui uma pessoa muito curiosa. Tenho fases em que mergulho completamente em um assunto, começo a pesquisar outro no meio do caminho, encontro alguma história que me leva para um terceiro e, quando percebo, existe um universo inteiro crescendo na minha cabeça.

A Rosa de Babel nasceu para organizar um pouco desse movimento. Aqui guardo estudos, experiências, pensamentos, referências, projetos e criações. Algumas coisas viram textos. Outras viram conversas, livros, objetos ou ideias que talvez continuem sendo apenas ideias por algum tempo.

Me aventuro pelos mundos que me chamam e volto pra contar.

02 · Antes que perguntem

Já me perguntaram se isso aqui era…

  • um blog de espiritualidade
  • um podcast sobre religião
  • uma marca de “vida feminina”
  • um projeto místico
  • um portfólio

Não exatamente.

É mais simples. É onde eu junto as coisas que não saem da minha cabeça: o livro que não consegui largar, a conversa que fiquei repetindo por dias, aquilo que tentei fazer com as mãos só pra ver se dava certo.

03 · O nome

Por que Rosa de Babel?

Círculos concêntricos: no centro, a curiosidade. Em volta, pergunto, pesquiso, experimento, crio e compartilho.

Rosa

ro·sa substantivo feminino

O mistério do feminino.

  • sensível
  • firme
  • cheia de camadas

Pra mim, a rosa é o símbolo do feminino, de um mistério que não se explica de uma vez. É assim que eu me vejo, e por isso ela está no nome. A Babel são os muitos mundos que eu visito. A rosa sou eu, passando por eles.

Babel

ba·bel substantivo feminino

A quantidade de mundos convivendo ao mesmo tempo.

O nome vem da Torre de Babel, uma história do livro de Gênesis. Nela, as pessoas queriam construir uma torre até o céu, e Deus espalhou os povos e as línguas pelo mundo. Eu não uso o nome para celebrar a torre, e sim pelo que veio depois: um mundo cheio de povos, línguas e jeitos diferentes de viver. Pra mim, essa diversidade também é obra de Deus. Babel, aqui, é a minha releitura dessa história, um jeito de olhar com carinho para tudo isso, incluindo as vozes que falam dentro de mim.

Rosa de Babel é onde eu conto o que encontro pelos meus mundos.

04 · Natureza

O que me guia.

Cresci perto do mar, entre histórias de pesca, família e a vida de uma comunidade litorânea. Mais tarde, comecei a viajar sozinha, conhecer outros lugares, explorar matas, percorrer estradas e viver experiências que ampliaram minha maneira de enxergar o mundo.

É na natureza que eu sinto Deus mais forte.

Foi nesses caminhos que minha relação com a natureza ganhou ainda mais significado. É nela que a vida se torna encantada aos meus olhos, onde encontro paz e onde sinto o sagrado se manifestar com mais intensidade. Entre o mar, as árvores e os caminhos de terra, encontro uma forma de estar perto de Deus e, ao mesmo tempo, mais perto de mim mesma.

Mulher de máscara clara com rosas pintadas, na mata, segurando rosas vermelhas junto ao peito e olhando para a luz que desce entre as árvores, enquanto pétalas sobem no ar.

Imaginação e realidade

De onde eu venho

Imaginação

Antes de conhecer o mundo, eu inventei vários. Passei anos vivendo entre símbolos, histórias e lugares que só existiam na minha cabeça, e era lá que eu me sentia em casa.

  • fantasia
  • símbolos
  • mundos inventados
  • possibilidades
  • o imaginário

Para onde eu vou

Realidade

Agora eu quero menos “um dia eu faço” e mais coisa feita. Imperfeita, real e minha.

  • começar
  • testar
  • errar
  • refazer
  • terminar
  • aprender

06 · Manifesto

Para quem também não quis escolher um assunto só,

Uma versão só nunca bastou.

Eu nunca consegui olhar para a vida por um único ângulo. Gosto de saber como outras pessoas vivem, no que acreditam, o que criam, como pensam e o que existe além daquilo que eu já conheço.

Gosto de estudar. Gosto de experimentar. Gosto de começar projetos que às vezes fazem sentido e às vezes simplesmente precisavam sair da minha cabeça.

Passei muito tempo vivendo dentro da imaginação. Hoje tenho tentado fazer o caminho contrário também: trazer algumas dessas coisas para o mundo real.

  1. Viajar.
  2. Criar.
  3. Encontrar pessoas.
  4. Estar na natureza.
  5. Aprender alguma coisa com as mãos.
  6. Construir algo.
  7. Errar.
  8. Voltar.
  9. E contar.

Rosa de Babel nasceu dessa vontade de não precisar escolher uma única versão da vida.

Aqui posso guardar o que encontro pelo caminho. E, quando fizer sentido, dividir com quem também tiver curiosidade de olhar.

Com amor,Rosa de Babel

Por onde continuar

Explore, escute, crie

Os textos ficam no blog, as conversas no podcast e o que pede outra forma vai para o ateliê.

  • Lupa antiga de latão sobre um caderno aberto cheio de anotações à mão e mapas desenhados, com rosas vermelhas secas sobre veludo vinho.

    Explore

    Blog

    Coisas que eu descobri e precisava contar.

    Assuntos de todo tipo, explicados de um jeito simples e rápido de ler.

    Explorar o blog
  • Microfone antigo de rádio, dourado, com uma rosa vermelha enrolada no pedestal e pétalas e partículas de luz saindo dele, sobre veludo vinho.

    Escute

    Podcast

    Uma conversa que sempre vai longe.

    Conversas sobre o que ando descobrindo, vivendo ou tentando entender. Às vezes com pesquisa, às vezes com convidados, às vezes só eu organizando as ideias em voz alta.

    Ouvir o podcast
  • Carretel antigo de linha vinho com uma agulha de latão; a linha sobe no ar e desenha uma rosa, entre partículas douradas, sobre veludo vinho com pétalas e uma tesoura antiga.

    Crie

    Ateliê

    Experimentos que deram certo (e alguns que não).

    Livros, cadernos, imagens, objetos e projetos que começaram como curiosidade e acabaram ganhando forma.

    Entrar no ateliê